terça-feira, 1 de dezembro de 2015

“Amor através da insegurança e timidez”

Sabem, ela tinha uma certa fagulha de amor se formando em seu coração.

Ele se sentia alegre, satisfeito em ver a angústia divertida nos olhos dela quando passava ao seu lado, sabia que aquela fagulha se intensificava. Talvez, até ela se divertisse ao virar o rosto e dar de encontro com os olhos dele. Ela sorria, mantinha o olhar fixo. E ele? Desviava, massageando a nuca, desconcertado.
Às vezes, conversavam, ele mexia nos cabelos dela e em resposta, ela batia as palmas da mão contra o corpo dele… Seus xingamentos (que podiam muito bem ser apelidos disfarçados) não ultrapassavam do “Idiota” e do “Chato“.
Mas, eles estavam presos à insegurança. Estavam enclausurados na timidez. E esses fatores os impediam de seguir em frente com quaisquer sentimentos.

~ Livros lidos em 2015

(Fonte: Tumblr/Arquivo pessoal)
    Olá, pessoal! Uma das principais metas que eu pretendo com o blog é escrever sobre os livros que eu li e sempre fazer alguma espécie de comentário, seja com alguma pontuação ou com resenha. De uns três anos para cá, a minha meta de leitura é de, pelo menos, um livro por mês, ou seja, uma meta de 12 livros! Fico bastante satisfeita em saber que minhas metas estão sendo estabelecidas.

    Do último ano para cá, eu venho sendo adepta das leituras em pdf. Sim, eu sei que nada substitui a maravilhosa sensação de ter um livro em mãos e o som que as páginas fazem ao serem folhadas. Contudo, valha-me as decepções (e o dinheiro gasto!) com algumas leituras infelizes que eu tive como "Roubada" da Amanda Hocking ou "Em OutroLugar" da Gabrielle Zevin (minha opinião sobre ele já amadureceu).

    Aqui vai a lista dos livros que eu já li neste ano de 2015. Haverá uma classificação de acordo com a minha opinião e se eu o li em pdf ou físico.

1.    "Claros Sinais de Loucura": ★★★☆☆;
(Físico)
2.     "A Seleção": ★★★★☆;
(Pdf)
3.    "A Elite": ★★★★☆;
(Pdf)
4.    "A Escolha": ★★★★☆;
(Pdf)
5.    "A Herdeira": ★★★☆☆;
(Físico)
6.    "Contos de 'A Seleção'": ★★★☆☆;
(Pdf e físico)
7.    "A Irmandade das Calças Viajantes I": ★★★★☆;
(pdf)
8.    "A Irmandade das Calças Viajantes  II": ★★★★☆;
(pdf)
9.    "A Irmandade das Calças Viajantes  III": ★★★★☆;
(pdf)
10.    "A Irmandade das Calças Viajantes  VI": ★★★★☆;
(pdf)
11.    "Pretty Little Liars  – Tóxicas": ★★★★☆;
(pdf)
12.    " Pretty Little Liars  –  Vicious": ★★★★☆;
(pdf)
13.    "Pretty Litte Liars (bônus)  –  Os Segredos de Ali": ★★★★☆;
(pdf)
14.    "O Oceano no Fim do Caminho": ┐(´~`;)┌ (I);
(pdf)
15.    "A Música que mudou a minha vida": ★★★☆☆;
(pdf)
16.    "Clube dos Suicidas":  ┐(´~`;)┌ (I);
(Físico)
17.    "O Quinze": ★★★☆☆;
(pdf)
18.    "Confie em Mim": ★★★☆☆;
(pdf)
19.    "Cidades de Papel": ★★☆☆☆;
(pdf)
20.    "Unsaid Things  – 
Biografia do McFly": ★★★★☆.
(pdf)
21.    "Feliz Ano Novo": ★★★☆☆
(pdf);
22.    "A Resposta": ★★★★★
(pdf);
23.     "Crepúsculo  – 
Último livro de 'A Mediadora'":  ★★★☆☆
(físico)


Como puderam ver, a grande maioria foi em pdf. Mas, por favor, não se preocupem. Eu pretendo sim comprar a grande maioria das edições aí citadas. Eu já tenho a série "A Seleção" em livros físicos e pretendo, do fundo do meu coração, comprar "A Irmandade das Calças Viajantes" , já que foram grandes livros favoritados este ano. E a minha maior vontade, desde que eu comecei a ler tal série, é comprar todos os livros de "Pretty Little Liars", mas como a série dos livros é (desnecessariamente) grande, fica complicado comprar todos de uma vez.

    Em questão dos motivos das classificações que eu dei para cada livro, boa parte deles ficará só com o significado mesmo, apesar de eu pretender escrever resenha de alguns, como é o caso de "O Quinze", da Rachel de Queiroz e de "Cidades de Papel", do John Green. Em questão de "PLL"  ou "A Irmandade das Calças Viajantes" , eu falarei da série em si já que, por exemplo, "PLL" é uma série imensa de dezesseis livros mais três bônus e em "A Irmandades das Calças Viajantes" , os livros têm uma similaridade entre as histórias em que dará para absorver em uma resenha só!

    Como puderam ver, nem os livros que eu mais gostei do ano receberam zero estrelas! Em contra partida, nenhum recebeu cinco cheiinhas, também. :( Algo me diz que o meu gosto literário está amadurecendo e ficando mais exigente, então, é tudo questão de treino, hein? E a lista ainda irá aumentar!
    A seguir, legenda das classificações:

Significado das classificações:
★★★★★ –  Excelente, ótimo, perfeito!
★★★★☆  –  Foi muito bom, mas não foi o suficiente para ser excelente.
★★★☆☆ –  Foi... Bom.
★★☆☆☆ –   Tolerável e dá pra ler.
★☆☆☆☆ –   Beirando ao péssimo.
☆☆☆☆☆ – Péssimo, quero trocar, me arrependi de ter comprado/baixado!

 ┐(´~`;)┌  – (I) É bom, mas é ruim, mas é bom OU (II) É ruim, mas é bom, mas é ruim.
    Agradeço a todos que leram até aqui e eu peço, por favor, que continue acompanhando o blog. Logo, logo terão mais atualizações, com as resenhas não só de livros, como de filmes e doramas, também!
(Vale lembrar que tudo presente aqui, é em base da minha opinião. Caso queira debater educadamente, sinta-se a vontade ao comentar!).

"Anila"

Italo, 17 anos. Somos amigos desde 2014.

Anila
Procuro expressar meus sentimentos mais profundos,
não ser como um simples desejo de vagabundo.
Após sua vinda, minha vida inteira mudou,
minhas palavras as vezes parecem histórias de pescador.
Conceito de não se perder na ilusão do amor,
escrevo palavras sempre para disfarçar a minha dor.
Luz a qual ilumina meu caminho,
não transforma a bela flor em um simples espinho.

"Meus óculos"

Cristina, 17 anos. Nos conhecemos desde 2007.


Meu óculos
Aqueles velhos amigos que
Ora me faziam sentir atraente
Ora me faziam sentir deslocada
Por quê? Por quê fazes isso, óculos?
Não sabe o quão agradável és
E quão bem tu me fazes?
Me fazendo ver o que a maioria não enxerga?
Quanto fostes meu amigo, óculos!
Simetria estranha, dois em um
Junto com um par de olhos míopes
Colocando coisas a mais onde não existe o “mais”
As pessoas não querem o “mais” dos outros
Só o mais delas e delas nada mais
Óculos, por que não és confortável o tempo inteiro?
Será a verdade nua e crua que mostra?
Verdade nua e crua que mostras…
Bela metáfora para algo dois em um
Mas se tu és sincero
O que te faz ter um par por toda tua existência?
Te tirei, óculos, quando me deitei
E o resultado esperado:
O embaraço de um teto acima, e um borrão de mesa ao lado
E pensamentos libertinos…
Libertos da verdade que os prendia
Libertos do óculos
Que mostravam e não se importavam com nada mais
Nem o “mais” e a verdade nua e crua
A noite é um ritual de contradições
Ora criança, ora perversa… será possível?!
Uma criança perversa?!
É tirando os óculos que se vê tudo de outra forma
Depois de ver a verdade nua e crua, se vê tudo com o “mais”
Esse “mais ” que vejo com meus olhos o que o óculos não viu…
Eu!

Crônica #2: Quando as HISTÓRIAS, em maiscúlo!, voltaram a ser minhas.


Desde que eu entrei no Nyah e comecei a escrever algumas das minhas histórias, nasceu em mim o desejo de ser escritora. Parece que eu sempre quis ser isso. Desde sempre.

    O amor por criar algo já era algo antigo, na verdade. Na alfabetização, as minhas atividades favoritas eram de criar frases. Sempre li, desde os gibis da turma da Mônica (onde eu praticamente me alfabetizei) à revistas teens, para depois de alguns anos, começar a ler histórias, sendo ou livros ou em fanfics. Onde estou até hoje, sem nunca ter encontrado um substituto. A escrita me fisgou algum tempo depois de eu ter entrado no Nyah. De lá para cá, já foram pouco mais ou pouco menos de cinco anos.

    Mas aí que estava mágica: pela primeira vez, desde que eu comecei a escrever histórias, eu não queria postá-las.

    Isso de fato me surpreendeu por ser algo totalmente positivo. Eu estava escrevendo por puro prazer. Coisa que eu vinha há muito tempo sem. Eu estava inspirada, caramba!

    Na verdade não é nem querer postar as histórias. Já que, admito, admito, eu imagino que elas dariam uma ótima repercussão. Mas evito que o pensamento prossiga, já que se eu ficar refletindo sobre comentários ou popularidade, posso fazer com que a história entre no meu baú de gelo. Sem que eu tenha inspiração para poder prossegui-las como tantas outras histórias e contos que merecem ser contados.
    E nas últimas noites, eu venho escrevendo, antes de ir dormir, uma... duas... três cenas, diálogos que me deixam eufórica, com gosto e orgulhosa de escrever. Descrições que se assemelham com o que a minha mente produz e finalmente estar quase lá em escrever as cenas que tanto perseguem minha alma de escritora.

    Sabe o que provavelmente está me dando esse imenso prazer em escrever ultimamente? A ideia de que, eu não preciso agradar simplesmente ninguém com as minhas histórias. Que a única pessoa que eu venho agradando, é de fato, o meu público alvo e o mais crítico. Em outras palavras, a mim mesma. E por isso que eu falo que a história voltou a ser minha, deixou de ser dos outros. Eu não preciso esperar a avaliação de alguém, elogiando ou não meus textos, para que eu me sinta motivada. Eu tenho consciência do meu talento e eu sei que escrevo bem... Meio afobada sim, mas com qualidade e com minhas características de sempre.

    Era este prazer que eu sentia logo quando eu comecei a pôr no papel minhas histórias. Escrevia sem pretensão, só com o intuito de imortalizar minhas histórias e mente. Mas logo chegou o nojo da necessidade de chamar atenção, de ter comentários e visualizações, a ser manipulada pela falsa popularidade que os números ditavam, chegou a doentia necessidade de ter que ser motivada a escrever por elogios de terceiros, por incentivos de terceiros. Quando quem deveria me motivar e acreditar em mim, era eu mesma. Quem mais seria? Sou eu que tenho tudo a perder. Ou nada a ganhar. Os números voltaram a estaca zero de seu grau de importância — classificação, que na real, ele nunca deveria ter saído.

    Apenas meu simples prazer de ler algo meu, como se fosse algo totalmente inédito e gostoso... Voltou a ser o suficiente.

Crônica #1: Múrmurios avalia-ativos

Olá, mundo! O que eu pretendo com o blog.

(Fonte: Tumblr)


Na bem verdade, eu sempre quis ter um blog. Sempre me imaginei escrevendo sobre moda (mesmo nem tendo domínio sobre o assunto, apenas  o puro interesse) ou sobre qualquer outro assunto pelo qual eu obtivesse alguma admiração.

    Depois de muito procrastinar, eu finalmente criei o blog! Me questionava muito sobre o título, por exemplo. E de tanto pensar e pensar, lembrei deste lindo título que um dia eu havia criado há uns anos para um antigo tumblr: teoria do sorriso. Eu sempre  achei esse nome hiper interessante, quer dizer, será que para o sorriso há alguma teoria? Eu sei que em várias porcentagens, se eu sorrir para alguém, esse alguém sorrirá para mim de volta. E, olha, se depois de alguma compra o caixa retribuir o sorriso que eu o dei anteriormente, a sensação é sensacional. Sorrir para alguém desconhecido, mesmo que, sei lá, seja forçado  pode melhorar o dia da pessoa. Mesmo que seja por só um segundinho do dia. E a pessoa pode se sentir revigorada com a vida ou, pelo menos, prosseguir mais um cansativo dia de trabalho com mais alegria. E tudo que eu haveria feito para a pessoa foi apenas mostrar meus dentes em uma fenda meia-lua positivamente.

    Ah, tem também o fato de que eu queria que cada postagem do meu blog posterior (o tumblr citado anteriormente) projetasse um sorriso em quem quer que o visse. O meu blog seria, então, uma tese sobre o sorriso? Ou quem sabe, até mesmo, que a combinação das palavras teoria do sorriso formariam uma boa sonoridade para um bom título de site pessoal?

    De qualquer modo, o nome escolhido foi esse. Além de curto, leve e carregar uma série de significados interessantes, a sonoridade é muito gostosa.

    Mas com este blog, este teoria do sorriso eu pretendo ser mais transparente do que em todos os outros meus meios sociais na internet. Quer dizer, mais sincera e pura com o que eu falo e penso. Expor minhas ideias e pensamentos. Em suma, expressar boa parte do que eu penso de forma mais plana, sem muitas divagações.

    Pretendo falar basicamente de tudo que eu gosto. Sim: livros, séries, filmes, músicas, musicais, fotografia, culinária, e até mesmo, de forma bem arriscada, roupas e modas. Eu amo muito cinema, adoro o glamour de atores e atrizes. Ah, sobre a cultura do Brasil e principalmente do Amazonas, terra de onde eu sou nascida. Falar sobre kpop, estilo sul-coreano de música que é envolto de muitas coreografias sistemáticas e criativas, das quais eu tenho muita admiração. Falarei também de dicas sobre estudos e a escola, sem contar algumas crônicas cômicas e críticas com relatos pessoais sobre a minha vida na escola, faculdade, ônibus, supermercados e em diálogos com a minha mãe (ela é um poço de pérolas que eu amo muito).

    E pretendo falar sobre minhas histórias. Postar capítulos das minhas histórias curtas e longas, dos meus contos e histórias de apenas um capítulo. Mostrar edições muito, muito amadoras que eu arrisco em tentar fazer. E, claro, pedir opiniões e críticas (e se quiserem, comentários bem cheios de elogios, hehe). Divulgar minha arte, isso sim!  Dicas de escrita, organização com as linhas do tempo, escolha de nomes, enredos, compartilhar as fontes de inspiração, tudo isso e um pouco mais. Pois desde o dia 13 de julho de 2015, eu me tornei uma escritora profissional ao publicar na Amazon.com, o meu primeiro conto em formato ebook.

    Há dois parágrafos eu disse que expressaria meus pensamentos sem muitas divagações. Ops. (Com muita divagação eu quero dizer falar, falar, falar e... falar).

Kethycia Lira.

Obs: as fotos que encabeçam as publicações, provavelmente, pouco terão a ver com o conteúdo dos textos. Quer dizer, talvez tenham um significado implícito que nem eu mesma note. Cada balão representa as diferenças em cada postagem, a pluralidade que é a intenção do blog.